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A Mascote

A mascote do site é uma espécie de aproximação gráfica dos dodôs originais, que tinham aspecto amigável e cordial.

Para quem não sabe o que é ( ou o que eram) estas aves, abaixo seguem uma pequena explicação retirada da wikipedia.

O dodó (dodô em português brasileiro), Raphus cucullatus, era uma ave não voadora com cerca de um metro de altura que vivia nas Ilhas Maurícias , uma das Ilhas Mascarenhas. Comia fruta e fazia o ninho no chão.

O dodó não tinha medo das pessoas, o que, combinado com o fato de não voar, fez dele uma presa fácil para os humanos. Os primeiros colonos da ilha foram os portugueses, que chegaram em 1505. O nome de dodó terá, provavelmente, origem no aspecto desajeitado destas aves a que os portugueses terão, imediatamente, baptizado de "doudos", ou seja "doidos". O dodó era uma excelente fonte de alimentação, pesando até cerca de 16 quilos. Os dodós adultos foram caçados, mas esta não foi a única ameaça que passaram a enfrentar. Quando os humanos chegaram, trouxeram consigo outros animais, como porcos, ratos e macacos que destruíam os ninhos do dodô. O último dodó foi morto em 1681, e não foi preservado nenhum espécime.

Recentemente, os cientistas descobriram que uma espécie de árvore da ilha Maurícia estava desaparecendo. Só existiam 13 exemplares em toda a ilha, e tinham mais de 300 anos. Nasceram na época em que os últimos dodós estavam sendo mortos. Descobriu-se que os dodós comiam as sementes da árvore, e só quando as sementes passavam pelo aparelho digestivo dos dodós é que ficavam ativas, podendo crescer. Ao fim de algum tempo descobriu-se que era possível conseguir o mesmo efeito se as sementes fossem comidas por perus. A árvore foi salva e agora é conhecida por árvore-dodó.

Um novo estudo genético descobriu que o dodó descende de uma espécie de pombos migradores. Os pombos instalaram-se na ilha e teriam evoluído para uma ave muito maior e sem capacidade de voar.

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